
O Chef
Chakall é um viajante, um cozinheiro
e um apaixonado. Talvez não por esta ordem, mas só ele poderá definir a ordem
certa: um homem que viaja e se apaixona por lugares distantes e que coleciona
sabores. Um apaixonado pela cozinha e pelos países que percorre. Um Chef que
cozinha e viaja com paixão. A sua imagem de marca é o turbante que substitui o
típico chapéu de Chef, o turbante que lhe proporciona inspiração e concentração
para criar as iguarias com que nos delicia. O cerrado sotaque argentino, aliado
ao seu domínio da cozinha e ao apurado sentido de humor, são características
que lhe conferem um aspecto singular e uma abordagem diferente da cozinha
internacional, que hoje o reconhece e o solicita. O Chef
Chakall tem hoje a sua marca na Alemanha, França,
Espanha, China, Emiratos Árabes Unidos, Brasil, entre outros países (retirado do site dele). Ele é a
quarta geração de cozinheiros da família. Tem sua formação acadêmica na
licenciatura em jornalismo, no qual, trabalhou 7 anos em Buenos Aires. Os primeiros passos para se tornar chef de
cozinha foi através do restaurante da sua mãe, e depois de viver sempre entre
tachos e panelas ficou um pouco farto e, sobretudo, do cheiro de fritura. Mas
depois de trabalhar sem cheiros começou a ter saudades da cozinha e foi viver
na Europa, e foi mais fácil conseguir arrumar um trabalho no restaurante e o
restaurante teve muito sucesso. Em relação ao apoio da família a mãe dele
sempre disse que é uma profissão que sabem quando começa, mas, não sabe quando
acaba e gosta do que faz e trabalha, trabalha ,trabalha. Ele faz muitas coisas
relacionada a gastronomia, mas as vezes faz papel de DJ e apresentador de TV (não
de comida). A melhor cozinha pra ele é
aquela autentica, regional baseada em 2 ou 3 produtos, tecnicamente sem duvida
a Chinesa, pelo sabor e gostos variados. Uma boa feijoada não tem igual ou um
bife ou um sushi ou pasta...
Improviso
muito Ele acha que cada pessoa tem o seu próprio paladar, por tanto não pode dizer
que tem ou bom gosto porque o gosto nada
a tem a ver com a popularidade de um sabor. Se assim fosse a comida junk food
seria a melhor e acha que saber comer é ser
equilibrado nas escolhas dos ingredientes que ingerimos. Perguntei para ele se
hoje o requinte da cozinha ainda exige uma grande importação de ingredientes ou
se é possível explorar a riqueza brasileira na criação dos pratos? “Acho que tem
que utilizar só ingredientes locais, mas no Brasil a riqueza e interminável e a
cozinha dele sempre procura usar os ingredientes locais. O que aprecia mais na
gastronomia é a simplicidade. Uma emoção inesquecível para ele foi o seu
primeiro livro ter ganho um premio
mundial. Perguntei o que ele acha da gastronomia brasileira ele respondeu: “Não
conheço tudo, só tenho uma ideia parcial, mas acho que é potencial e brutal.
Neste momento estou a abrir o meu primeiro restaurante em Berlim e o mesmo é uma
mistura entre cozinha Brasileira, peruana e Argentina, porque antes teu sou
sudamericano. “Quando vivemos longe de casa nos apercebemos que somos muito
mais irmãos do que pensamos.” Os meus planos para já são dois novos
restaurantes um em Lisboa e o outro em Berlim além de programas de tv e um
livro sobre cozinha sudamericana.
Mensagens
aos jovens: Que a gastronomia não é um desfile de moda e que o trabalho é mesmo
duro, mas se tiver o verdadeiro valor a recompensa pode ser muito satisfatória.
Endereço do site: http://chakall.com/
Postado por Ingrid Abs
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